A História de Portugal deve ser das mais empolgantes e heróicas de toda a Europa.
História milenária de homens fortes, que em contacto com civilizações de mundos desconhecidos, com coragem, loucura, sofrimento e morte, tudo fizeram em nome dessa mesma Pátria.
Cientistas antigos, descobrindo métodos náuticos até ali desconhecidos, mapas de navegação, instrumentos inéditos, barcos diferentes…
São nossos!...
Cientistas modernos, jovens, que recebem prémios em todo o mundo e são cobiçados pelas grandes potências; são nossos…
Escritores célebres, médicos de génio, são agraciados com prémios Nobel; São nossos…
Criatividade, inteligência, poder de trabalho, paixão pela descoberta, ninguém nos pode negar.
Gastronomia invejável, paisagens esplendorosas, sol, mar; climas variados, hospitalidade e até “servilismo”, são apanágio dos portugueses.
De repente surge um novo mundo económico, asqueroso e ilícito de uma União Europeia que pretende espezinhar, amesquinhar todos os países pequenos, principalmente do Sul da Europa.
E no meio desta confusão, reina a mediocridade e oportunidade de políticos, administradores, banqueiros e quejandos.
A América quer sufocar a Europa. A Europa dos grandes, quer absorver a Europa dos pequenos. Com uma opinião absolutamente pessoal, o único que mostra uma certa dignidade, é o povo. Em campanhas de solidariedade para inúmeras associações, a sua comparticipação foi maior e mais abundante. Não nos estamos a auto-destruir, a partir montras, a incendiar, a destruir. A generosidade do Português, a sua sensibilidade, a sua entreajuda, mostra a sua diferença ao mundo.
No entanto e aí está o grande choque ?...
Como pode nomear-se um Catroga, a ganhar 45.000 € por mês, enquanto o Zé Povinho ganha pouco ou nada,
Os memorandos, as Troikas, os embustes, os governos, as concertações sociais e a Senhora Merkel que vão dar uma volta… Ninguém os chamou nem os elegeu.
E lá prosseguimos nós num “servilismo” que vem de trás, a obedecer a este contexto e a superá-lo em que o dinheiro ordena e o humano desespera.
Mas, cuidado ! O balão enche, enche até, até que rebenta!...
Nesta esplêndida análise, essa do Catroga não poderia ser omissa. Portanto, aplausos
ResponderEliminarContinue, linda Senhora.